quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A Corredora (Écorché)

 Um Écorché (do francês: "esfolado") é uma figura, desenhada, pintada ou esculpida mostrando sua estrutura muscular, sem a pele, normalmente como uma figura para estudos em anatomia humana, 
exercícios de arte e referência anatômica. O teórico e arquiteto renacentista, Leon Battista Alberti 
(1404 - 1472) recomendou aos pintores e artistas de sua época que, "se fosse sua intensão descrever 
um nu, eles deveriam primeiro descrever os músculo e ossos, e então, por último, a pele que recobre a figura".
 Alguns dos primeiros trabalhos neste sentido foram desenvolvidas por Leonardo da Vinci, seus estudos incluíam a dissecação de cadáveres e a criação detalhada de pranchas anatômicas com o desenho dessas estruturas, todavia, há informações que remetem este tipo de estudo já sendo desenvolvido na Grécia clássica. 
 Esta figura que está sendo mostrada em seu desenvolvimento corresponde à de uma corredora olímpica, figura feminina na escala 1/6, ou seja, uma mulher com 1,70m de altura sendo reproduzida em uma escultura de cerâmica plástica com 28,3 cm de altura. 
 Paulatinamente a figura vai sendo desenvolvida através da sua composição muscular, óssea e posicionamento. Acompanhe o andamento desta figura.












segunda-feira, 25 de abril de 2016

Paraphysornis brasiliensis !

 A Paraphysornis brasiliensis foi membro de uma família denominada popularmente de "aves do terror" devido sua natureza predatória, que lhes conferiram o status de predadores dominantes durante o Brasil do Plioceno. Os seus poucos competidores durante a maior parte da sua existência foram algumas espécies de carnívoros marsupiais e o smilodon
 Foram predadores bípedes, sem caudas longas ou dentes afiados, dispunham de bicos, patas poderosas e garras que utilizavam com eficiência.
 Na cidade do Rio de Janeiro no Museu Nacional, está em exposição um esqueleto completo de Paraphysornis brasiliensis na ala de paleontologia do museu. Este esqueleto em exposição é o que fora originalmente descoberto e descrito por Herculano Alvarenga em 1982.
 A palavra Paraphysornis significa, "pássaro próximo da natureza". 
 Esta ave magnífica tinha uma altura de até 2,5 metros de altura, deveria pesar uns 180Kg, seu crânio media 60 cm de comprimento, ela viveu no Plioceno do território brasileiro, entre 5,0 e 2,5 milhões de anos atrás.
 Fonte: Wikipedia
 A figura que será modelada, segue uma escala e 1:10 (um para dez) e será toda concebida em cerâmica plástica. Acompanhem as imagens que tentam reconstituir a aparência desta fantástica espécie assim como o processo de criação da figura.
 Obrigado pela sua visita!













quinta-feira, 15 de outubro de 2015

terça-feira, 29 de setembro de 2015

O poeta que virou miniatura!

O poeta brasililense Nicholas Behr, lançou seu livro "Brasilyrik" sábado passado, 19/09/2015 no seu viveiro Pau-Brasil, teve cerveja artesanal, taças, camisetas, etc... todas inspiradas no poeta e teve também o próprio em miniatura! Sim, tivemos a honra de produzir as miniaturas do escritor em resina esperando que mais oportunidades surjam, dêem uma olhada nas imagens publicadas nas páginas da Revista do Correio Braziliense. Sucesso a todos!













quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Duelo Pleistocênico

   América do Norte, em algum lugar, há 125 mil anos.
   Neste momento, dentro desta época geológica, o Pleistoceno, o clima no planeta era bastante parecido com o atual em decorrência de um resfriamento global e de uma crescente aridez do clima.
   Antigas florestas tropicais e temperadas foram gradualmente substituídas por pastagens e tundras geladas nas latitudes mais setentrionais.
   A predominância dos mamíferos já estava consolidada, inúmeras espécies de herbívoros em suas mais variadas dimensões destacando-se mamutes, mastodontes, rinoceronte lanudos, cervídeos, cavalos selvagens e muitos outros, em manadas ocupavam estas planícies em suas migrações periódicas sendo sempre observadas de perto por suas contrapartes predadoras.
   Neste diorama acompanharemos a reconstituição de uma cena em que dois Homotherium serum perseguem um parente próximo dos atuais cavalos modernos do gênero Equus.
    O Homotherium serum foi um extinto gênero da subfamília dos Machairodontinae (gatos dentes de sabre) que habitaram as Américas, Eurásia e África durante o plioceno até o pleistoceno (de 5 milhões à 10.000 anos atrás).
   De tamanho próximo ao dos modernos leões, o Homotherium era um felino especializado na predação de grandes herbívoros da época, era um caçador de mamutes, sua aparências se assemelhava muito à das atuais hienas por ter patas posteriores mais curtas que as dianteiras, seus dentes caninos eram menores que as dos Smilodontes  mas se projetavam para fora da boca muito claramente.











quarta-feira, 4 de março de 2015

Paleoarte: STEGOMASTODON WARINGI !

 O Stegomastodon waringi foi um mamífero proboscídeo extinto da família dos gomphoterídeos, do gênero stegomastodon que viveu no pleistoceno da américa do sul, sendo a única espécie do gênero a habitar o continente. Seu tamanho era similar ao do elefante asiático atual.
 O S. waringi se originou na américa do norte e chegou ao sul durante o grande intercâmbio americano. Esta imigração em direção ao sul se fez pela rota oriental e por áreas costeiras do caribe.  Já no continente ele se dispersou por altitudes mais baixas e se adaptou melhor às condições climáticas amenas do interior do continente. Tornando-se de, inicialmente, um herbívoro mixto, para um animal de dieta mais especializada.
 Estes animais se extinguiram ao final da última era glacial há 11.000 anos atrás sem deixar descendentes.
 Esta miniatura atende a uma escala 1:20 tendo 15 cm de altura e foi toda modelada em cerâmica fria e epóxi, finalizada em tinta acrílica.
 Acompanhem a evolução da modelagem da concepção ao acabamento.